Endividamento

Endividamento

DÍVIDA - R$ MILHÕES Montante Vencimento Custo Nominal
AES Tietê Energia 3.082,7    
4a emissão de Debêntures - 3º série 349,4 dez/20 IPCA + 8,43% a.a.
5a emissão de Debêntures 193,5 dez/23 IPCA + 6,54% a.a
6a emissão de Debêntures - 1a série 700,8 abr/22 CDI + 0,90 a.a.
6a emissão de Debêntures - 2a série 347,0 abr/24 IPCA + 6,78% a.a.
7a emissão de Debêntures - 1a série 536,0 fev/20 CDI + 0,52% a.a
7a emissão de Debêntures - 2a série 571,2 fev/23 CDI + 1,30% a.a
8a emissão de Debêntures 204,8 mai/30 IPCA + 6,02%
AES Tietê Eólica 1.077,4    
Financiamento BNDES 651,6 dez/31 TJLP + 2,88% a.a.
Financiamento BNDES (Subcrédito Social) 4,1 dez/31 TJLP
Repasse Banco do Brasil (BNDES Indireto) 248,1 dez/31 TJLP + 2,60% a.a.
1a emissão de Debêntures - 1série 89,8 dez/25 IPCA + 7,61% a.a.
1a emissão de Debêntures - 2série 83,8 dez/25 IPCA + 7,87% a.a.

A dívida bruta consolidada da AES Tietê Energia encerrou o 1T19 em R$ 4.160,1 milhões, superior à posição da dívida bruta em 31 de março de 2018 (R$ 3.926,3 milhões). Essa variação está associada principalmente aos R$ 200,0 milhões referentes à 8ª emissão de debêntures da AES Tietê Energia para financiamento da construção da Fase 1 do Complexo Solar Ouroeste.

No encerramento do 1T19, as disponibilidades somavam R$ 1.159,2 milhões, montante inferior ao valor registrado no mesmo período de 2018 (R$ 1.739,4 milhões). Tal diferença se deve, principalmente aos investimentos realizados em 2018 nos Complexos solares Guaimbê e Ouroeste.

Desta forma, a dívida líquida consolidada no 1T19 era de R$ 3.000,9 milhões, montante superior em relação à posição em 2018 (R$ 2.186,9 milhões).

Os gráficos a seguir apresentam a composição dos indexadores do endividamento da AES Tietê Energia no período, bem como o cronograma de amortização, ambos de forma consolidada.

 

                              Cronograma de amortização da dívida1 (R$ milhões)                              Dívida Bruta por Indexador2                                 

                       

 

A Companhia esclarece ainda, com relação ao seu endividamento consolidado, que realizou os seguintes eventos subsequentes ao encerramento do primeiro trimestre do ano:

(i) 9ª emissão de debêntures, no valor total de R$ 2,2 bilhões, cuja última data de liquidação ocorreu em 22 de abril de 2019;

(ii) resgate antecipado facultativo da 1ª série da 6ª emissão de debêntures, no valor de R$ 689,1 milhões, realizado em 18 de abril de 2019;

(iii) resgate antecipado obrigatório da 1ª série da 7ª emissão de debêntures, no valor de R$ 540,3 milhões, realizado em 23 de abril de 2019; e

(iv) resgate antecipado do financiamento do BNDES, no valor de R$ 651,6 milhões, e repasse do Banco do Brasil de R$ 246,6 milhões, em sua subsidiária AES Tietê Eólica, na data de 24 de abril de 2019.

Com estas alterações, uma concentração de vencimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão prevista para os próximos 5 anos, foi deslocada para prazos mais longos, conforme apresenta o seguinte cronograma de amortização proforma1 e de indexadores de dívida.

                              Cronograma de amortização da dívida4 (R$ milhões)                              Dívida Bruta por Indexador5                                 

                       

Abaixo, a escala de rating da AES Tietê Energia.
 

 

Covenants

O limite mais restritivo estabelecido pelas dívidas da Companhia é de 3,85x. Em linha com a estratégia de diversificação de fontes da Companhia, as novas dívidas emitidas já possuem limite maior, como por exemplo, a 9ª emissão que possui limite de alavancagem de até 4,5x. O índice de cobertura de juros não poderá ser inferior a 1,25x.

O índice de alavancagem (Dívida Líquida / Ebitda Ajustado) encerrou o primeiro trimestre em 2,93x. O índice de cobertura de juros (Ebitda Ajustado / Despesas Financeiras) fechou o 1T19 em 3,77x acima do limite mínimo de 1,50x.

Cabe ressaltar que o Ebitda utilizado para cálculo dos índices é ajustado para incluir os 12 últimos meses dos ativos adquiridos, inclusive o período anterior ao mesmo fazer parte da estrutura societária da Companhia.

 

Dívida Líquida (R$ bilhões) e Alavancagem (vezes)


 

O custo médio da dívida atual da Companhia, já considerando a 9ª emissão com taxas (IPCA e CDI) fixados e após impostos, é de 6,2% ao ano, apresentando uma redução em comparação a 6,8% no mesmo período de 2018. Essa variação decorre da redução de custo das dívidas refinanciadas com relação à nova emissão.

Como parte de sua estratégia de buscar uma estrutura de capital otimizada, a Companhia tem buscado alongar o prazo médio de suas dívidas. No segundo trimestre de 2018, a Companhia concluiu a 8ª emissão de debêntures com prazo de 12 anos, contribuindo com o alongamento do perfil do endividamento. Ao final do primeiro trimestre de 2019, o prazo médio da dívida da AES Tietê Energia era de 3,9 anos, pouco inferior ao mesmo período de 2018, mas superior aos níveis históricos da Companhia, conforme pode ser observado a seguir.

Adicionalmente, a 9ª emissão de debêntures, encerrada durante o mês de abril, possui data de vencimento em 2029, contribuindo ainda mais para a estratégia da Companhia e para o alongamento do perfil da dívida, que, em um cálculo proforma6 atingiria 6,0 anos de prazo médio e custo médio de 6,9% ao ano no 1T19, conforme demonstrado nos gráficos abaixo.

Cabe ressaltar que a 9ª emissão7 recebeu, ainda, a certificação internacional de Green Bond pela Climate Bond Initiative, com base no desempenho socioambiental avaliado por consultoria especializada8 em parecer independente, em sua contribuição para geração de energia renovável e no atendimento dos procedimentos pré-emissão acordados com a verificadora9.

Custo e prazo médio da dívida10

Custo e prazo médio da dívida

1 Fluxo composto por amortização de principal.
2 Valores relativos ao principal.
3 Considera a emissão da 9ª debênture da AES Tietê Energia, resgates antecipados da 1ª série da 6ª emissão, da 1ª série da 7ª emissão e dos financiamentos de BNDES e Banco do Brasil. Utiliza data base de 31 de março de 2019.
4 Análise pró forma - fluxo composto por amortização de principal.
5 Análise pró forma - valores relativos ao principal.
6 Considera a emissão da 9ª debênture da AES Tietê Energia, resgates antecipados da 1ª série da 6ª emissão, da 1ª série da 7ª emissão e dos financiamentos de BNDES e Banco do Brasil. Utiliza data base de 31 de março de 2019.
7 A certificação foi obtida no âmbito das 2ª e 3ª séries da emissão relacionadas aos projetos de Guaimbê e AGV Solar.
8 SITAWI Finanças do Bem.
9 VigeoEiris.
10 Valores referem-se ao principal da dívida.

 

Debêntures

A Companhia realizou 3 emissões de debêntures, sendo que todas as debêntures da 1ª emissão até a 2ª emissão foram devidamente liquidadas e não estão em circulação.

3ª Emissão de Debêntures pela Companhia

Em 31 de outubro de 2006, a Companhia emitiu 80.000 debêntures simples, não-conversíveis em ações, todas nominativas e escriturais, da espécie com garantia real, em série única, com valor nominal unitário de R$ 10 mil, no valor total de R$ 800,0 milhões. As debêntures rendem juros, correspondentes a 100,0% da variação da Taxa DI, capitalizada de um spread de 2,25% ao ano, base 252 dias úteis.

O principal da 3ª Emissão da Brasiliana será amortizado nas seguintes datas:

  • 20/Maio/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2014 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Nov/2015 – R$ 160.000.000,00
  • 20/Maio/2016 – R$ 160.000.000,00

Total = R$ 800.000.000,00

Documentos da 3ª Emissão

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